If I die tomorrow I'd be alright Because I believe That after were gone The spirit carries on
Move on, be brave Don't weep at my grave Because I am no longer here But please never let Your memory of me disappear Safe in the light that surrounds me
Free of the fear and the pain
My questioning mind Has helped me to find The meaning in my life again Victoria's real I finally feel At peace with the girl in my dreams And now that I'm here Its perfectly clear
I found out what all of this means
If I die tomorrow I'd be alright Because I believe That after were gone The spirit carries on!
Conheci a banda com a ajuda do SeeD, um tipo fixe do #rpg, nos tempos do irc. Apresentou-me ao Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory, album que comprei, possivelmente um dos primeiros que comprei por vontade própria e ao meu gosto.
Depois demorou algum tempo até ouvir o resto, mas sempre fui acompanhando a banda.
A mensagem principal que tiro deles é um pensamento que lhes consta embebido nos albuns. O que se segue são extractos de várias músicas deles.
'Seize the day and don't you cry, Now it's time to say good-bye Even though I'll be gone, I will live on, live on.'
'Go and tell the world my story, tell them about my brother, tell them about me...'
'So many years have passed Since I proclaimed My independence My mission My aim And my vision So secure Content to live each day like it's my last It's wonderful to know That I could be Something more than what I dreamed Far beyond what I could see Still I swear that I'm Missing out this time'
'If I die tomorrow I'd be alright Because I believe That after were gone The spirit carries on'
Este evento deu-se na noite de 7 de Maio de 2009, na altura da viagem ao Lux.
Os personagens: um bartender com ar novo, e Geraldo Nascimento, com 25 anos feitos a 3 de Maio recente.
O local: o segundo piso do Lux, onde se ouve uma faixa de pouca qualidade. O ambiente decora-se com bancos almofadados e luzes de cores quentes.
Entra Geraldo em cena, que depois de pedir conselhos sobre o que deve beber a Ribeiro, se dirige ao bar:
Geraldo - Um absinto verde. Bartender - Han? Geraldo - Um absinto verde. Bartender - Han?! Geraldo - Um absinto verde. Bartender - Um absinto...? Geraldo - Verde. Bartender - O absinto é verde! Geraldo - Então é isso! Bartender - E o que misturo? Geraldo - .... Geraldo - .... Geraldo - O que fica melhor? Bartender - Maracujá, ... Geraldo - Maracujá!
Depois de pagar os seis euros de papel, Geraldo conta o evento a Ribeiro:
Geraldo - "O absinto é verde!" "Então é isso!", disse eu! Ribeiro - O gajo é burro, há absinto branco e preto, e o preto é ilegal!
Depois de assistir aos Mastodon duas vezes (uma vez a abrirem o terrível concerto de Tool no Pavilhão Atlântico há uns poucos anos, e outra no Super Bock Super Rock do ano seguinte), pensei que se resumiam a música pesada, complexa e muito difícil de ouvir, porque o estilo deles consiste em criar melodias interessantes e depois, a meio, começarem a tocar outra música completamente diferente e que estraga tudo.
Quando vi este Crack the Skye à venda, pensei que era mais do mesmo, mas a capa é tão interessante (vê-se logo que é um concept album) que quis ouvir. E lá comprei. E o raio do album é espectacular.
A história trata dum tetraplégico que experiencia o mundo através de projecção corporal (out of body experiences), e volta atrás no tempo até aos tempos do Rasputin, e comunica com ele. E o resto não sei mais, porque as letras não são mais explícitas que isto. Sei que a grande influência do tema tenebroso do album é o suícidio de há muitos anos da irmã de um dos quatro Mastodontes, irmã essa cuja fotografia aparece quase escondida na capa interior do cd.
Estão portanto a meter-se em território dominado por Tool. Metafísica, ciência quântica (ahn?!) , experiências paranormais, a procura por um sentido da vida e traumas de familía. E a surpresa é que se safam muito bem.
O album tem 7 músicas e são todas boas. Mantém a complexidade e a técnica típica de Mastodon, mas a cantoria partilhada entre três e com apoio de um guest singer reduzem os gritos dos outros albuns ao mínimo, e a experiência é muito mais suave.
Caso oiçam alguma vez isto (podem ouvir na fnac, o album saiu em Março e eles têm lá os fones com este album ja lá metido), oiçam a primeira música com atenção, a segunda também, a terceira deixem para depois, metam a quarta e dps saltem para a sétima, The Last Baron. Não se arrependem.